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Viajando com a Família

O Carnaval está chegando e viajar com a família é uma boa opção para quem quer um pouco de distância da folia. Como sem o pet, nenhuma família está completa, selecionamos algumas dicas de viagem para te ajudar a incluí-lo no programa. Assim como em viagens com crianças, são necessárias algumas adaptações para que vocês possam viajar tranquilamente:

 

Certifique-se que o destino escolhido é pet friendly, afinal para uma viagem ideal é necessário que todos estejam confortáveis e à vontade. Mesmo assim, só leve seu cão se tiver como adaptar o trajeto, ou o destino, caso algo dê errado.

 

Acostume-o a andar de carro em pequenos trechos pela cidade mesmo (se ele já não está acostumado). Durante a viagem, observe se ele está relaxado, e faça paradas extras se ele ficar agitado. Normalmente, cães acostumados no carro ficam bem por 2 ou 3 horas, mas depois disso precisam “esticar as pernas” um pouco e fazer um xixizinho. 

 

Planeje a acomodação dele no carro. Além de contra a lei, é perigoso cachorro andar solto no carro sassaricando para lá e para cá. Peitoral, cinto de segurança, casinha de transporte, selecione a melhor opção para mantê-lo seguro. Cabeça para fora do carro pegando vento é lindo nos filmes, mas pode ser perigoso, basta uma pedrinha de asfalto pegar no olho dele para acabar com a viagem de todo mundo, então, mantenha-o todo dentro do carro.

 

Outro fator crucial é o cão estar com identificação. Caso ele se perca, esse é o melhor meio de conseguir encontrá-lo. Medalhinhas com nome dele e seu telefone de contato são essenciais, mesmo que o local de destino seja muito seguro.

 

A saúde dele é tão importante quanto a sua. Portanto, não deixe de verificar se as vacinas estão em dia e se é necessária alguma prevenção especial (repelentes de mosquitos, por exemplo, para áreas com histórico de leishmaniose ou verme do coração). O ideal é checar com o seu veterinário o que é necessário levar para a viagem. Uma opção certeira é um kit de primeiros socorros;

 

Para um trajeto calmo, uma boa dica é passear bem com ele antes da viagem. Dessa forma, quando vocês saírem, ele descansará no carro.

 

Agora é só aproveitar uma viagem ainda melhor com o seu melhor amigo ao lado. Bom Carnaval! 

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Entrevista @caopanheirolabra

Ciça, humana, carioca, atleta e aventureira. Polo, Labrador amarelo, pai da Mika e aventureiro. Mika, Labrador preto, filha do Polo e aventureira.

 

Percebe-se que a aventura é o ponto em comum dessa matilha, liderada pela Ciça. Juntos mantém um Instagram que entusiasma os mais de 155 mil seguidores com fotos de um estilo de vida contagiante: o @caopanheirolabra! Hoje, nosso papo é com eles, confira a entrevista abaixo.

 

PetChef: Conta pra gente um pouco sobre a chegada de Polo e da Mika na sua vida. 

 

Ciça: Sempre fui louca por cachorros, era aquela criança que não podia ver um peludo na rua e saia correndo pra agarrar. Minha mãe ficava louca. Meu sonho era ter um cão parceirão pra me acompanhar em minhas atividades. Sou atleta de polo aquático, gosto muito de correr na praia, surfer, sou muito ativa. Durante o Mundial de Roma, uma amiga técnica de nado sincronizado me disse que estava com um filhote sobrando de uma ninhada e buscava um lar pra ele. E, assim, o Polo entrou na minha vida.  Já a Mika, é filha do Polo. A mamãe dela é uma labradora linda, pretinha e muito parecida com ela! 
PetChef: Você sempre teve um estilo de vida aventureiro? Como foi incluir os peludos nas atividades? 

 

Ciça: Sempre fui atleta e amante da natureza! Desde pequenos eles vão à todos os lugares que vou, então a adaptação foi bem natural. Engraçado que os dois são bem diferentes de energia e personalidade, mas ambos amam tudo o que fazem comigo, cada uma da sua maneira! 
PetChef: Qual é a atividade favorita de cada um dos seus peludos?

 

Ciça: Acho que a do Polo é o Stand Up Paddle, fica louco quando me vê pegando o remo. Ele adora ficar sentadinho na prancha com o vento batendo nas orelhinhas, como se estivesse com a cabeça pra fora da janela do carro! Já a Mika, que curte o SUP também, é mais radical e gosta bastante de pular. Acho que a favorite dela é o Agility, esporte canino (tipo uma pista de obstáculos) que pratico com ela! Diversão garantida.

 

PetChef: Tem algum cuidado especial que você tenha com eles? Existe um ritual pós praia?

 

Ciça: Cuidados básicos com a saúde, com calor e sempre mantê-los hidratados. Os cães não sabem falar e, na maioria das vezes, não sabem a hora de parar, brincam atá a exaustão. Por isso, fico de de olho em qualquer comportamento diferente. Nosso ritual pós praia é sempre tomar uma água de coco, depois uma mangueirada de água doce e secar bem! 

 

PetChef: Quando começaram com a alimentação natural você notou alguma diferença?

 

Ciça: Muuuuita diferença, principalmente no Polo, o macho. Ele era super alérgico antes, eu vivia levando ele no veterinário, tentava todos os tipos de remédios diferentes e nada adiantava. Quando troquei a alimentação, a alergia dele praticamente acabou, o pelo melhorou muito (cai bem menos que o normal pra um Labrador), sem falar na energia e na vontade de comer. Quando pego o pot parecem dois mortinhos de fome, e olha que comem BASTANTE.

 

PetChef: Você costuma viajar com eles? Se sim, tem alguma dica?

 

Ciça: Já viajei algumas vezes sim. Acho importante  se programar direitinho, levar tudo o que precisa pra eles, como a comidinha em uma bolsa térmica. E, claro, verificar se o lugar que você vai é pet friendly! Os peludos adoram viajar, conhecer lugares e cheiros diferentes!

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#SomosdeEstimação 

Você conhece a campanha #SomosDeEstimação da ONG Grupo Estimação? A ação tem o intuito de trazer à tona a preocupante situação em que se encontra a entidade que abriga e cuida de mais de mil e quatrocentos animais, dentre cães e gatos, nos dois abrigos do grupo em Teresópolis. A maioria dos bichinhos foi abandonada e muitos são vítimas das enchentes que acontecem todos os anos na região. O objetivo da campanha é divulgar essa causa, para que um dia o número de adoções exceda – ou pelo menos iguale – o de resgates.

 

Para ajudar essa linda causa, a PetChef criou o Pacote Estimação, um pacote especial de alimentação para cães, que terá todo o lucro da sua venda revertido para o Grupo. Cada pacote conta com quatro unidades de 500g, 2 de cada sabor, feitas com alimentos frescos e sem conservantes. Os sabores são Risotto da Granja (arroz integral, coxa, sobrecoxa, moela e fígado de frango, legumes da estação, ovos, azeite extra virgem, hortelã, manjericão, cúrcuma e sal rosa do Himalaia); e Delícias da Fazenda (batata doce, fraldinha, coração, língua e fígado bovinos, legumes da estação, ovos, azeite extra virgem, alecrim, tomilho, gengibre e sal rosa do Himalaia).

 

O Grupo Estimação é uma organização não governamental, criada em 1997 por Maria Elizabete Filpi, a Bebete, que tem como objetivo proteger e elevar a qualidade de vida dos animais de Teresópolis e adjacências. A organização promove alimentação e acolhimento de cães, gatos e outros animais domésticos, providencia cuidados emergenciais, lar temporário, e preparação e encaminhamento à adoção. O grupo atua ainda na conscientização e na sensibilização das pessoas por meio de campanhas de adoção e castração dos animais como forma de conter o abandono e a procriação desordenada.

 

Com a crise no país, o abandono dos animais, que já era numeroso, aumentou e as contribuições e doações diminuíram drasticamente. Foi pensando em tudo isso que surgiu a ideia dessa campanha. Junte-se a nós, adote, apadrinhe ou faça sua contribuição!

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Verão é tempo de praia!

O calor do verão brasileiro não afeta somente as pessoas. Os cães, principalmente os muito peludos e de focinho achatado, também sofrem bastante no verão. Uma boa forma de se refrescarem e relaxarem é nadar no mar, como nós mesmos fazemos. A maioria dos cães adora essa atividade, e algumas raças como Goldens, Labradores e Cockers não nadadores naturais. Independente da raça, os não acostumados podem ficar com medo no início, mas com o tempo, tudo vira brincadeira.
Porém … na maioria das cidades do Brasil é proibido levar os cães nas praias, e quem desobedecer pode levar multa. Por isso verifique antes se na sua praia escolhida os peludos são bem-vindos. Mesmo que sejam, é sempre bom levá-los em horários em que a praia esteja mais vazia, bem cedo e no fim do dia, e é claro, deve-se ficar sempre de olho para que não incomodem as pessoas. Aqui vão mais algumas dicas para que o dia de praia seja só diversão:

A vacinação e vermifugação do seu cão deve estar em dia. Lembre-se que o objetivos delas também proteger o seu cão durante o contato com outros, ninguém quer transmitir nem adquirir doenças. Se ele não for muito obediente, leve uma guia longa ou corda, mas mantê-lo sempre por perto. Também é fundamental ter sempre água potável para dar a ele, a ingestão de água salgada, além de causar diarreia, desidrata.

Não o deixe muito tempo exposto ao sol e evite o período entre 10h e 15h. Lembre-se que ele não sua como nós, então pode intermar (a famosa “insolação”) com muita facilidade. Se ele tiver pele, focinho ou pelos muito claros, mantenha-o na sombra ou use os protetores solares especiais para cães que já existem no mercado.  Além disso, fique de olho para que ele não coma nada esquisito, como restos de peixes, algas ou restos de comida de gente.

O pós-praia também é importante. Ofereça bastante água e um lugar fresco para ele descansar. Lave e seque bem o seu cão após o banho de mar, pois o sal faz tanto mal para os pelos dele quanto para nossos cabelos. Depois seque bem, pois a umidade facilita a proliferação de bactérias e fungos, podendo causar alergias, micoses na pele, etc. Essa dica também vale também para os peludos que mergulharam na piscina com cloro ou tomaram um refrescante banho de mangueira.

Evite problemas. Se a regra é manter o cão na guia, respeite-a (use a guia longa para ele poder correr e brincar). Se a raça do seu cão requer o uso de focinheira, a lei deve ser seguida, existem focinheiras bem arejadas, de metal fino ou plástico com as quais os cães conseguem brincar e beber água sem problemas. Por último, mas não menos importante: cuide também da praia: recolha sempre as fezes do seu animal e coloque na lixeira apropriada. Nunca deixe para trás,enterre na areia nem jogue no mar. Quem ama os cães e a natureza, preserva. Boa diversão!

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Pet em Condomínios

A regra geral hoje é que animais podem viver com seus dono em condomínio, mesmo quando o regulamento interno proíbe a presença deles. Isso é um direito constitucional, que tem sido garantido pelo poder judiciário, sobrepondo-se às normas condominiais. É importante lembrar, entretanto, que caso eles causem problemas ou incomodem, os pets podem ser expulsos.

Conhecer e respeitar os direitos de vizinhança estipulados por lei e pelas normas de cada condomínio é fundamental para o dono de animal de estimação contar com o apoio do sistema jurídico. Fique atento a alguns aspectos importantes:

Horário de silêncio 

O horário de silêncio é estipulado por lei municipal e por norma interna do condomínio. Ocorre, em geral, entre as 20h e 8h. Do ponto de vista legal, a perturbação do sossego da vizinhança por ruídos de animais só se caracteriza se o barulho for produzido durante esse horário. Mas vale o bom senso também, e o dono deve sempre ensinar o cão a não exagerar nos latidos, até porque, além de incomodar os vizinhos, é muito estressante para ele latir o tempo todo.

Uma dica é interferir quando ele começa a latir sem motivo, por causa de ruídos no corredor ou na rua, por exemplo. Ele precisa saber que o dono não aprova essa atitude, e para isso você pode usar, por exemplo uma guia longa e “cutucá-lo” quando ele começar ou um spray de água na direção do focinho. Junte a isso um “quieto´, dito com firmeza, para interromper a ação. Quando houver um barulho e ele não reagir, jogue um brinquedo ou faça um carinho nele, assim ele aprenderá que não é trabalho dele controlar o movimento da vizinhança!

Higiene e saúde


Alguns condomínios podem exigir a caderneta de vacinação dos animais, e vale sempre lembrar que os espaços pertencentes ao condomínio não devem ser usados como banheiros. O condômino, ao sair com seu pet, precisa estar preparado para os imprevistos levando consigo um saquinho para recolher dejetos. Pode haver reclamação também se as condições de higiene da unidade em que os pets vivem não for adequada e cheiros desagradáveis se espalharem pelo corredor ou áreas internas, por isso é importante manter o “banheiro” dos pets sempre limpo.

Segurança

Ninguém vai defender a permanência de um pet num prédio se ele já agrediu um morador. A agressividade é a pior característica do animal que se pretende manter em condomínio. Ele se torna malvisto por todos e pode ser retirado rapidamente do local por meio de tutela antecipada dada por um juiz.

Então, em caso de animais com temperamento instável, é preciso evitar problemas. Se o pet for pequeno, ele pode transitar no colo ou em caixa/bolsa de transporte. Já os médios e grandes devem estar sempre em guia curta e, se necessário, focinheira. Se ele for de raça polêmica, mesmo quando sociável, bem-educado e obediente, às vezes é melhor adotar essas precauções adicionais para evitar o medo e consequente preconceito dos demais condôminos até que conheçam bem o cão.

Em todos os casos, ter um cão que obedece os comandos básicos como ficar sentado no elevador sem agitação e não cheirar ou pular nas pessoas, certamente tranquiliza os vizinhos receosos e atrai a simpatia geral.

Exercícios 

Deixar o cão cansado é um bom jeito de fazê-lo feliz. Acorde uma hora mais cedo e pratique com ele uma boa caminhada diária. Atividades com brinquedos variados também trazem benefícios. Você pode, por exemplo, esconder alguns brinquedos ou petiscos pelo apartamento e ensiná-lo a procurar, assim quando você sair, ele terá com o que se distrair.

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Shih-Tzu

Acredita-se que o Shih-Tzu, que significa Cão Leão em chinês, é nativo das montanhas do Tibet. Ele foi durante muito tempo o preferido nos castelos imperiais da China, sendo considerado, inclusive, membro da família real chinesa. Por esta razão, poucos exemplares de sua raça foram oferecidos para exportação. Os cães eram pequenos, inteligentes e extremamente dóceis.

 

Sabe-se que a criação do Shih-Tzu era delegada a eunucos que disputavam entre si para produzir exemplares que agradassem ao máximo o imperador. Os escolhidos tinham seus quadros pintados em tapeçarias, e o eunuco responsável pelos cães recebia presentes do imperador. Segundo os historiadores da raça, o Shih-Tzu não foi conhecido fora da China antes de 1860, quando o Palácio Imperial de verão foi invadido por tropas inglesas e francesas. Ainda segundo estes estudiosos a raça foi praticamente extinta durante a revolução comunista da China, sendo salva graças a 7 fêmeas e 7 machos que restaram.

 

Apesar de tanta restrição quanto a saída destes cãezinhos da China, alguns exemplares se deram muito bem na Europa, e de lá foram levados pelos soldados após a II Guerra Mundial para os Estados Unidos. Mais de vinte anos depois, o Shih-Tzu foi reconhecido como raça pelo American Kennel Club, entrando no grupo dos Toys. Atualmente, é uma das raças mais conhecidas deste grupo e sua elegância faz com que ele tenha admiradores pelo mundo todo.

 

O Shih-Tzu é um cachorro de muita personalidade, que exige afeição e atenção, sendo uma excelente companhia. Não precisa de tanto exercício como os cães maiores, nem come tanto quanto eles. Aprende rápido as lições ensinadas e tem razoável paciência com crianças. Por ser de uma raça de pequeno porte, ele vive bem em apartamento. Também tem facilidade para se adaptar ao esquema de vida dos donos, podendo ser mais ou menos ativo nos passeios, brincar muito ou ficar deitado no sofá, e acostuma-se facilmente a pessoas novas. Caminhadas diárias de 15 minutos são suficientes para agradá-los. Apesar da pelagem longa, não perde muito pelo. Mas, ele deve ser escovado todos os dias para manter o brilho e vivacidade.

 

A razão de ser do Shih-Tzu é amar e ser amado. A raça que não é das mais ávidas por trabalho, mas é capaz de aprender coisas novas se ensinado. Mas se você prefere não ensinar nada e torná-lo um cãozinho mimado, tudo bem, ele assim o será, mas neste caso, as consequências são previsíveis: você terá um cachorrinho que vai querer viver no colo e ter atenção total. Por outro lado, se você quiser trabalhar com ele, terá uma grata surpresa ao ver como ele responde bem ao treinamento.

Uma das características mais marcantes do Shih-Tzu é sua personalidade. Muito amigável, sem sinais de agressividade, ótima companhia para crianças e outros cães. São conhecidos também por adorar brincar e fazer travessuras pela casa, ao mesmo tempo em que podem permanecer sentados, apenas olhando intensamente para o dono.

 

Um possível “problema” para os futuros donos de Shih-Tzu é o cuidado necessário com o pelo, principalmente o do rosto que ao ficar molhado (quando o cãozinho bebe água, por exemplo) pode ficar com um cheiro desagradável. Uma alternativa fácil para contornar a situação é o uso de bebedouros especiais, semelhante aos usados em coelheiras. Outras características complicadas da raça são a tendência à coprofagia (ingerir as próprias fezes) e a problemas nos olhos quando esses são muito proeminentes.

 

Características:

 

Tamanho – Na FCI (Federação Cinológica Internacional) o padrão determina o peso ideal entre 4,5 a 8,1kg (preferivelmente não passando de 7,3kg ), e altura máxima de 26,7cm na cernelha. No AKC (Amrican Kennel Club) a altura padrão é de 23 a 26,7 cm, sendo o limite máximo de 28 cm e o mínimo de 20,3 cm. O peso ideal varia entre 5,4 kg e 6,8 kg, não devendo passar de 8,2 kg, nem ser inferior a 4 kg.

 

Aparência – É extremamente importante que ele seja bem balanceado, sem características exageradas. Ligeiramente mais comprido que alto, anda com a cabeça erguida e com a cauda portada alta, bem peluda, curvada sobre seu corpo.

 

Pelagem e Cor – Tem pelagem dupla, ou seja, pelo e sub-pelo, luxuosa, densa, longa e graciosa, não cacheada. Uma leve ondulação é permitida. Todas as cores são permitidas, tanto sólidas como com marcações.

 

Cabeça – Olhos bem separados, grandes, escuros e arredondados, não proeminentes. A expressão do olhar é doce e amigável. Focinho curto e quadrado. A cabeça deve ser redonda, sem ser muito pequena nem muito grande, mas proporcional ao resto do corpo. Orelhas grandes e caídas, bem peludas. Nariz, lábios e contorno dos olhos bem pigmentados. A mordida deve ser ligeiramente prognata inferior ou torquês.

 

Temperamento – Como a única proposta do Shih-Tzu é a companhia, é essencial que ele seja sociável, alegre, afetuoso, amigável e confiável.

 

Cauda – Conforme descrito na aparência, portada alta, peluda e curvada.

 

Expectativa de vida – De 12 a 14 anos, podendo chegar a 18 anos. Assim como acontece com quase todas as raças, o Shih-Tzu também está predisposto a algumas doenças tais como: deslocamento de retina; hipotiroidísmo; problemas das articulações tais como luxação de patela e displasia, atrofia renal e catarata juvenil.

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Cães atletas

O condicionamento físico é o preparo do corpo e da mente para a prática de uma atividade física intensa. Assim como funciona para humanos, exercitar-se de forma variada e constante é a receita ideal para cães que levam vida de atleta. Para garantir um treinamento sério e seguro, é importante contar com o acompanhamento de um treinador do esporte escolhido. Normalmente, esses profissionais são competidores e se mantém em dia com as melhores técnicas nos esportes, regulamentos, etc.

Hoje, existem também clínicas e veterinários especializados somente em preparação física, seja ela para um esporte específico, seja para deixar o cão em forma. Se o objetivo é alta performance, o ideal é unir as duas coisas: treinadores e veterinários.

As atividades que serão aplicadas dependerão do perfil de cada cão, mas, geralmente um pouco de trote, jogar bolinha na areia, corridas curtas e em velocidade, ou nadar são ótimas opções de treinamento. Para descontrair um pouco, no fim de semana pode-se levar o peludo para uma boa trilha na mata. O importante é começar devagar para não machucá-lo, e treinar pelo menos um pouco todo dia para o condicionamento ir melhorando.

Mas, com qual idade o cão pode começar a ser preparado? Quando se fala de esporte, temos que separar essa pergunta em duas. O cão pode começar a ser treinado para um esporte desde muito cedo, com 50 ou 60 dias. Isso não é condicionamento físico. Nesta fase ele pode começar a aprender os comandos e/ou movimentos do esporte escolhido. Enquanto ele estiver em crescimento, todo cuidado deverá ser tomado para que ele não se machuque aprendendo. Já o condicionamento físico vai depende do tamanho do cão. Os pequenos, com 11 ou 12 meses já é uma boa idade; os grandes somente depois dos 18 meses. Mesmo assim, antes de começar é preciso fazer as radiografias coxofemorais, de cotovelos e de coluna, além de contar com o aval do veterinário.

Outro aspecto que deve ser controlado é a alimentação canina. A comida natural é a melhor opção para os cães atletas, uma vez que ela oferece os micronutrientes essenciais à alta performance, glicemia equilibrada e energia biodisponível para o organismo. É claro que a alimentação dos atletas de alta performance não será a mesma dos “atletas de fim de semana”, assim como com os humanos, é importante haver uma adequação.

Existem diversas modalidades esportivas para cães. No Brasil, o esporte de maior destaque é o Agility, que consiste em uma pista de obstáculos que lembra as competições equestres. Temos também o IPO, que é dividido em 3 seções: faro, obediência e proteção. Este é específico para as raças de trabalho. Ultimamente cresceu muito o Canicross, no qual dono e cão correm juntos por trilhas ao estilo das de mountain bike; e o das provas de pastoreio de ovelhas, específicas para as raças de pastoreio. Dentre as modalidades extraoficiais estão crescendo as práticas de Frisbee, Stand Up Paddle e Surf com cães.

É importante destacar que qualquer cão pode ser um atleta amador, se divertir com seu dono e se manter em forma, basta que o dono tenha disciplina e disposição. Mas, o objetivo é fazer do seu peludo um atleta de ponta é importante que ele tenha o perfil físico e os impulsos necessários para o esporte. Border Collies e Jack Russels são grandes estrelas no Agility. Já no IPO, os Pastores Alemães e Belgas Malinois apresentam excelentes desempenhos. Então, se a pessoa pretende competir seriamente num esporte canino, é importante escolher não só a raça do seu futuro cão, mas um criador que selecione cães para o esporte desejado. Vale lembrar que esses cães normalmente têm impulsos muito fortes e muita energia. Se sua energia não for gasta no esporte, eles se tornam hiperativos, destrutivos e agressivos.

Então, se você é como a maioria das pessoas e deseja somente um estilo de vida mais saudável na companhia do seu peludo, faça os exames necessários com seu veterinário, procure um bom treinador e divirta-se!

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Comida natural é um estilo de vida saudável para cães

 

Será que comida natural faz bem para os cachorros? Esta é uma pergunta recorrente, cuja resposta é bem simples: faz muito bem, sim! A alimentação natural, balanceada e com ingredientes frescos e diversificados, traz benefícios para toda e qualquer espécie. Se oferecida na quantidade e qualidade certas, ela atende de forma satisfatória as necessidades de todos os tipos de cães, independente da raça.

As vantagens são inúmeras: conservantes e aditivos químicos dão lugar a ingredientes frescos e de alta qualidade, a comida natural é mais palatável, oferece maior digestibilidade, e pode ser facilmente adaptada para cães de qualquer idade e estado de saúde. Outro aspecto positivo é que, na maioria dos casos, a comida natural não precisa ser suplementada. Ela é balanceada para suprir todas as necessidades do seu cachorro. Em situações especiais, um nutricionista é o profissional indicado para realizar modificações na dieta.

Se você optar por inserir a dieta natural na vida do seu peludo, evite misturá-la com ração que, da mesma forma que a comida, tem um balanceamento nutritivo próprio. A mistura fará com que este equilíbrio nutricional seja perdido. Além disso, como os tempos de digestão são muito diferentes, pode haver mais fermentação e formação de gazes, que é muito desconfortável para o cão. O ideal é dar comida ou ração. Para quem não quer abandonar totalmente a ração, é melhor fazer uma refeição de cada, ou alternar dias de comida com dias de ração.

Alguns cachorros podem estranhar a textura da comida natural no início ou terem dificuldade com a variedade de alimentos. Porém, é importante insistir um pouco para que eles comam todas as receitas, já que, assim como as pessoas, os cães também precisam de fontes diferentes de nutrientes.

Uma dica que costumamos dar na PetChef é para que você faça um teste com o nosso Pacote Degustação, disponível nos tamanhos 300 e 700g (refeições personalizadas não integram este pacote). Assim, o seu cão experimentará vários sabores e texturas Agora, se o seu peludo tiver alguma necessidade especial, como os diabéticos, os alérgicos, os nefropatas, o ideal é falar com nossos profissionais e montar o cardápio diferenciado para suprir a necessidade dele.

Conheça mais sobre a PetChef e mude a qualidade de vida do seu cão!

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Fogos sem medo

Comemorar a virada de ano é uma festa para todo mundo, certo? Bem, nem para todos! A turma dos peludos realmente detesta toda a barulheira proporcionada pelos fogos e, em meio à felicidade geral, fica perdida e desorientada, correndo de um lado para outro. Preocupados com a reação de desespero, muitos donos abraçam, fazem carinho e dizem palavras de consolo para tentar amenizar os efeitos de toda aquela confusão. Na maioria das vezes, a atitude humana não funciona e quanto mais carinho, mais o cão treme e demonstra medo da situação. Para entender o que acontece, é preciso analisar as possíveis causas de um cachorro ter medo de tanto barulho:

Fatores genéticos

Alguns cachorros são mais sensíveis do que outros simplesmente porque já nasceram assim. Eles demonstram isso desde cedo, buscando abrigo entre a ninhada quando, por exemplo, alguém bate palma ou dá um assovio forte. Neste caso, não há muito a fazer. A alternativa é tentar a dessensibilização gradual (abaixo), e torcer para que ele supere seus medos.

Trauma

Os cães jovens passam pelo que chamamos de “fases do medo”, são períodos de 1 a 2 semanas, onde a mente dos cães fica especialmente sensível a experiências ruins. A primeira acontece entre 8 e 11 semanas e a segunda em algum momento entre o 7º ao 12º mês de vida do cão. Experiências ruins durante essas fases tendem a se fixar na memória do filhote pelo resto da vida, então é importante evitar traumas quando se percebe que o filhote está mais sensível. Obras, viagens de avião e grandes comemorações numa dessas fases podem piorar uma sensibilidade genética já existente.

Falta de exposição a novas situações

Os filhotes aprendem a reagir de acordo com o meio em que vivem, por isso é importante que sejam expostos à maior variedade possível de situações, barulhos e pessoas diferentes. Um cão que vive em uma família cheia de crianças, por exemplo, dificilmente ele irá se importar com a barulheira generalizada, já um cão criado em uma casa sem barulho, se não for exposto ao mundo lá fora pode ficar inseguro até mesmo quando bombinhas estouram na rua. 

Barulho + má experiência

Se uma tábua de passar roupa cair em cima da patinha do cão, por exemplo, causando dor, além do estrondo, ele poderá passar a ter medo de barulhos altos e secos. Diferente da fase de impressão do medo, aqui os estímulos negativos precisam ser muito fortes para que o medo se torne permanente. Então, em caso de acidente, procure não dramatizar a situação, quando mais o filhote perceber que você está bem, melhor ele ficará.


Medo recompensado

A pior coisa que podemos fazer ao cão é recompensar o medo com carinhos e afagos. Se toda vez que o cachorro apresenta sinais de medo e nós tentamos acalma-lo com palavras suaves, com carinhos, ou dando colo, estamos sem querer passando a mensagem incorreta de que ter medo é bom. O tom de voz e o colo, que para nós indicam carinho, para ele indicam validação, fazendo com que o cão acredite que deve mesmo ter medo, e com isso ele fica cada vez mais sensível.


O que fazer com filhotes?

Exponha o filhote com segurança. Faça festas em casa com seus amigos e familiares que gostem muito de cachorros. É importante que ele conviva com bastante gente e associe barulhos à coisas boas. Com o consentimento do veterinário (que vai orientar se a região em que você mora é muito perigosa para a saúde do seu filhote), leve o pequeno para passear de carro ou no colo. Deixe que ele ouça os sons da rua. Qualquer sinal de estresse, volte pra casa sem drama e sem tentar consola-lo. Dê meia volta e tente novamente num horário mais calmo. É importante preparar o filhote para situações novas que provavelmente farão parte da vida dele no futuro. Tenha uma atitude positiva, não superproteja e peça para não brincarem de dar sustos no filhote. 

E se o medo já existe?

Para corrigir problemas já existentes, o método a ser empregado varia de cão para cão, de acordo com o grau de sensibilidade e medo. Todos os métodos tomam tempo e exigem paciência. Alguns cães têm uma melhora sensível, outros demonstram apenas pequenas melhoras, mas sempre vale a pena tentar, já que é pelo bem do peludo.
Motivação e Mudança de Comportamento:

Este método consiste na mudança de comportamento da família. O negócio é fazer muita festa e procurar estimular o peludo a investigar a fonte do barulho, e não deixá-lo fugir ou tentar protegê-lo. Toda vez que os estouros começarem, procure levar o cachorro para janela, ou para o quintal. Corra de uma lado para o outro, junto com o cão, fingindo que você está procurando o bicho barulhento (os fogos no caso). Use palavras estimulantes como olha, procura, pega, vamos ver, etc. Depois de alguns minutos, especialmente se os fogos cessarem, diga: “Muito bem amigão, colocamos ele pra correr!”, e volte para a sala, deixando o cachorro solto e livre para ir aonde ele quiser. Se o cão ficar deitadinho do seu lado, com aparente calma, pode encher ele de afagos, caso contrário deixe ele quietinho.

Dessensibilização:

Para aqueles que não respondem à “Motivação e Mudança de Comportamento” é preciso ter um pouquinho mais de trabalho. Pegue um gravador portátil e deixe o aparelho na janela, quando houver fogos. Grave o maior tempo possível de barulho. Durante a semana, coloque o som do gravador com o volume próximo do mínimo. Aproveite para engajar seu cachorro na atividade que ele mais gostar. Jogue bolinha, brinque de esconde-esconde, dê pequenos pedaços de biscoito, o que for. A cada dia que passar aumente o volume e continue fazendo as brincadeiras. Faça isso até notar que o cachorro está percebendo o barulho no gravador e não está demonstrando sinais de medo. Deixe o volume aí e continue praticando todos os dias, até o cachorro não prestar mais atenção no barulho.

Cada vez que isso acontecer é a hora de aumentar o volume. Continue assim até conseguir fazer com que o eu cachorro não tenha mais medo dos barulhos, mesmo com o volume alto. Se durante o processo seu peludo ficar apavorado, você avançou rápido demais, volte o volume para o nível anterior, onde o cão estava confortável. Em hipótese alguma tente acelerar o processo se o cachorro não estiver pronto para o próximo passo. Normalmente este método leva um bocado de tempo (você não conseguirá sucesso até este ano novo), mas uma vez atingido o objetivo o cão ficará tranquilo para os próximos anos.

Se você não conseguir ou não tiver paciência para recuperá-lo, pelo menos amenize seu sofrimento. Feche as janelas, ligue o ar condicionado e a televisão o mais alto que ele suportar calmamente.  Deixe que ele fique quietinho em um canto da casa. Se tiver uma caixinha de transporte ou uma casinha talvez sejam boas opções para o peludo se sentir mais protegido. Ponha a caixa de transporte num cantinho escurinho, de preferência onde o cão possa ver você e a porta da sala ao mesmo tempo. Biscoitinhos e guloseimas só quando o cão estiver relaxado. 

Se tudo falhar e o seu cachorro estiver apresentando sinais de estresse extremo, converse com o seu veterinário e veja a possibilidade de dar algum remédio.

 

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Ceia de Natal

Receita para que seu pet também aproveite as delícias do Natal!

Ingredientes (aproximadamente 1kg de comida):

  • 100g de arroz branco cru (200g cozido)
  • 50g de lentilha crua (100g cozida)
  • 50g de grão de bico cru (100g cozido)
  • 400g de peito, coxa ou asa de peru cru sem tempero (350g cozidos)
  • 50g de beterraba (quase não muda o peso)
  • 100g de ervilhas (quase não muda o peso)
  • 100g de abobrinha (quase não muda o peso)
  • Alecrim, azeite extra virgem e sal rosa ou outro sal mineral

Modo de preparo:

Lavar bem o grão de bico e a lentilha e deixá-los de molho na água com um pouco de vinagre de um dia para o outro (mínimo 12 horas), lavar bem e esfregá-los uns contra os outros com as mãos para tirar as cascas. Se você fizer isso dentro de uma panela as cascas vão boiar e será fácil pescá-las com uma peneira ou escumadeira. Não usar nenhum tempero, pois alguns como cebola ou alho são perigosos para os cães. Se quiser, use apenas uma pitada se sal mineral na água. Cozinhar até que fiquem bem macios, mais do que se fosse para humanos.

Cozinhar o arroz também sem temperos e com uma pitada de sal mineral até que fique bem macio. Ao final, misturar a lentilha e o grão de bico.

Cozinhar o peru. Pode ser na água ou no forno, como você preferir. Se você for fazer o peru na água, pode fazer primeiro e usar essa água para fazer o arroz, fica ótimo. Se fizer no forno, pode botar um raminho de alecrim para dar um cheirinho e sabor especial. Depois de pronto, desfie a carne.

Cortar a beterraba e a abobrinha em cubinhos e cozinhar na água ou no vapor até ficarem macias, mas não tanto que percam a cor. Você pode cozinhar as ervilhas, ou deixá-las cruas mesmo.

Picar algumas folhinhas de alecrim em pedaços bem pequenos.

Quando tudo estiver pronto, monte o pratinho da ceia do seu peludo. Se ele for guloso, você pode se divertir arrumando um pratinho com cara de ceia de Natal, mas se ele for do tipo que cata o que prefere, é melhor misturar os ingredientes todos. Ao final, jogue um fino fio de azeite por cima e polvilhe o alecrim.

 

Esperamos que essa receita deixe seu cachorro fazendo Ho Ho Ho de tanta felicidade nesse Natal!

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Pessoal, lembrando que esta receita não está balanceada para o dia a dia, é apenas um agrado para a noite de Natal.